terça-feira, 12 de abril de 2011

"os Nossos Amigos"


não abandone os seus animais, informe-se sobre as soluções possíveis junto das associações ou dos serviços veterinários da Câmara Municipal
esterilize os seus animais
dispõe o artigo 6º da Declaração Universal dos Direitos dos Animais que «O abandono de um animal é um acto cruel e degradante»; o abandono de animais de companhia, na via, lugares públicos ou no domicílio, constitui contra-ordenação punível pelo director-geral de Veterinária com coima cujo montante mínimo é de 500€ e o máximo de 3.740€.
Antes de cometer este acto indigno, procure ajuda.
 
 
Os bebés são muito bonitos, muito redondinhos, muito brincalhões e cheios de graça.
Não lhes adivinhamos as feições quando crescerem. 
O seu comportamento pode também alterar-se.
Só uma adopção consciente, onde caiba uma relação de amor pelo animal que adoptamos, acompanhada por uma atitude de acolhimento da nova companhia como membro da família, será bem sucedida, quer para o animal, quer para a família que o adopta. 
Se não têm a certeza de ser capazes de amar esta nova criatura por cuja vida passam a ser responsáveis, até ao fim, 
reconsiderem.
Se estão seguros de que querem acolher um animal lá em casa, respondam para:
adoptarbichosderua@gmail.com 
934 101 818 | 918 530 942 | 961 344 422

Serão esterilizados aos 6 meses, com o apoio da Animais de Rua:
 veja:
 veja também:

não abandone os seus animais, informe-se sobre as soluções possíveis junto das associações ou dos serviços veterinários da Câmara Municipal
esterilize os seus animais
dispõe o artigo 6º da Declaração Universal dos Direitos dos Animais que «O abandono de um animal é um acto cruel e degradante»; O abandono de animais de companhia, na via, lugares públicos ou no domicílio, constitui contra-ordenação punível pelo director-geral de Veterinária com coima cujo montante mínimo é de 500€ e o máximo de 3.740€.
Antes de cometer este acto indigno, procure ajuda.

Berta Brazão
Espinho
934 101 818
918 530 942
961 344 422

Formação Voleibol Sp. Espinho


INICIADOS MASCULINOS
Os iniciados masculinos foram derrotados por 2-3 no seu 1º jogo no campeonato nacional na recepção ao Gueifães ,num jogo muito equilibrado, bem disputado e novamente com os senhores do apito a meterem a mãozinha.
Depois de estarem a perder por 0-2 os tigres afiaram as garras e foram à procura do prejuizo, e com muita alma lá  conseguiram empatar o jogo a 2 sets.
No inicio do 3º sets começa o espectaculo do Sr arbitro,depois do 1º ponto conquistado os tigres fazem o 2-0 numa bola claramente dentro tornada fora, mais a frente um contra-Ataque tigre para 13-11 e o Sr. arbitro a marcar bola fora quando toda a gente presente no pavilhão(até adversários) viram que a bola tocou no bloco, e assim com esta tristes figuras os tigres eram derrotados por 12-15.
Aonde vai parar isto?? é uma pergunta que deixamos no ar para os intendidos na arbitragem,nos ultimos tempo tem sido tremenda a influencia dos arbitros em jogos das nossas equipas (depois de na semana passada a vergonha nos juvenis masculinos em Gondomar, esta semana os iniciados em casa com o Gueifães e novamente os juvenis em Lamego numa arbitragem tendênciosa e desastrada).Chega de erros de arbitragem,"xicas expertezas" e falta de respeito pelo nosso SCE.

INICIADAS FEMININAS
 As iniciadas femininas iniciaram o seu campeonato nacional defrontando a fortissima equipa do Castelo da Maia, equipa esta principal candidata a conquista do titulo,as novinhas jovens tigres aplicaram-se a fundo mas não foram capazes de evitar a derrota por 3-0.
 JUVENIS FEMININAS
 A equipa dos juvenis femininas deslocou-se a Gondomar para defrontar o Ala local e foi derrotada por 1-3 ,dando um passo atrás no seu objectivo, a fase final.
 JUVENIS MASCULINOS
 A equipa dos juvenis masculinos terminou a sua carreira no campeonato nacional da categoria de maneira inglória. Na deslocação a Lamego para defrontar o Colégio de Lamego, a formação espinhense via-se na obrigação de vencer o jogo e de preferencia pela margem máxima para ainda acalentar o sonho da ida a fase final da competição. Os tigres etiveram exemplares até ao final do 2º set , vencendo por 25-23 e 25-21 o que os mantinha numa forma positiva no jogo., contudo uma má entrada no 3º set, aliadas a um cansaço fisico provocada pela viagem e pelo calor que se fazia sentir e alguns erros do arbitro muito caseiro levaram os tigres a serem derrotados no 3º e 4º parciais por sets muito desiquilibrados. Na negra voltou-se ao equilibrio no jogo mas sempre com os espinhenses atras do prejuizo, não sendo suficiente para atingirem a vitória perdendo por 10-15.

Empresários da zona envolvente do Face não estão satisfeitos

Carlos Gomes Maragato é uma das vozes

A zona de praia paredes meias com as traseiras do FACE espera, já algum tempo, por uma requalificação. Os comerciantes daquele quadrante, nomeadamente os da indústria hoteleira, anseiam pelas melhorias de condições estruturantes para que a zona se torne mais atractiva para os visitantes e, por consequência, mais rentável para os seus negócios. O Jornal Espinho Alerta foi ouvir um dos empresários hoteleiros para saber do ponte de situação.
Carlos Gomes “Maragato” já viu melhores dias e tem a convicção de que as coisas “não estão melhores” apontando, desde logo, os “acessos ineficazes” para aquela zona. Para contribuir para essa situação, Carlos Gomes indica “a falta de iluminação e as vias estreitas” como fonte de desmotivação para os potenciais clientes. Bem na linha de praia, o “calçadão”, onde muitos caminham em busca da saúde, poderia funcionar como pólo de acesso mas o empresário tem uma citação curiosa: “as pessoas caminham, caminham, batem no paredão e voltam para trás”. Como a esplanada é interrompida, precisamente, na Rua 43 os caminhantes não têm igação com o resto da esplanada situada 500 metros mais a sul. Ou seja, conformo Carlos Gomes afirma “as pessoas não se sentem motivadas em circular por aqui e voltam para trás” com os prejuízos evidentes para o negócio local. Quanto à localização do seu estabelecimento hoteleiro, o empresário tem a certeza que o FACE podia, e devia, transformar a zona num local nobre mas tal não se confirma sendo mesmo, segundo Carlos Gomes, “uma barreira arquitectónica, com uma zona envolvente completamente desprezada e degradada”.  A proximidade dos muros divisórios da linha do comboio é outra dor de cabeça pois não têm estética é outro motivo de afastamento daquele espaço.
Paulo Duarte

Projecto “Tempo de Ciência” na escola EB 2,3 Sá Couto



Grande mostra de trabalho
A actividade “Tempo de Ciência” que se realizou na Escola EB 2,3 Sá Couto já vai na sua quinta edição consecutiva e esteve a cargo do Departamento de Matemática e Ciências experimentais. Segundo a professora Ana Biscaia, toas “as turmas pertencentes à escola estão envolvidas”. A actividade tem, tal e qual revelou a professora, o objectivo de “sensibilizar os alunos para os problemas ambientais” a que não é alheia a escolha do tema deste ano: a Água. Além desta temática, a actividade engloba o “Cantinho da Floresta”, a oficina da experiência e a exposição feita à escala do nosso Sistema Solar para que os alunos possam “perceber a dimensão da Terra em relação aos outros planetas”. Muito importante, garante Ana Biscaia, é a “percepção da quantidade de água potável que existe no nosso planeta e que ronda aproximadamente os 3% e que desse valor, a maioria ainda se encontra presa nos glaciares e nas calotes polares”. Por isso, asseverou a professora, é imprescindível “saber preservar a água potável que está à nossa disposição”. A exposição engloba, então, trabalhos que representam a atitude necessária “no dia-a-dia para preservar essa pequena quantidade de água”. A exposição está aberta à comunidade e a todas as escolas básicas do concelho de Espinho. Em paralelo, está patente na biblioteca uma exposição cedida pela Câmara Municipal de Viana do Castelo com o tema “Portugal Subaquático” composto por 12 painéis de boa qualidade.
Paulo Duarte

“Isto é, de facto, deprimente”

O vogal PS da Assembleia Municipal, Luís Neto, tem uma convicção

Nasceu nas vésperas de Natal mas não foi um nascimento pacífico. Os tempos eram outros, a assistência médica não era a melhor mas tudo acabou em bem e Luís Neto prosseguiu a sua vida de criança até ao dia em que se fez homem. Espinhense atento, Luís Neto fez para o Jornal espinho Alerta a sua análise do contexto político actual. Naturalmente, as críticas duras marcaram presença.

“… incapacidade de se pensar mais à frente. O actual executivo pensa que falar de uma forma má do anterior lhe trás dividendos políticos e eleitorais a curto prazo. A verdade é que se estão a adiar vários problemas e não se estão a tomar as medidas necessárias relativas aos equipamentos.”

Como tem sido o seu percurso de vida?
Nasci em Espinho e foi aqui que passei toda a minha infância. Comecei na Escola Primária no edifício onde hoje é a Junta de Freguesia de Espinho e depois passei para a Escola Básica nº 2. De lá, passei para a Escola Secundária Dr Gomes de Almeida onde estudei até ingressar Instituto Superior de Engenharia. Fiz o bacharelato e mais tarde a licenciatura. Nos últimos seis anos, tenho-me dedicado à assessoria de empresas. Hoje, sou vogal do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Municipal de Espinho a cumprir o meu primeiro mandato.
Lembra-se quando é que começou a interessar-se peça política?
A política sempre esteve dentro de mim desde muito jovem, mesmo quando ainda não tinha entrado para a vida política activa e para a Juventude Socialista, pois tive sempre a preocupação de retirar informação dos jornais para me manter actualizado.
Mas acabou por assumir um papel activo…
Mais concretamente em 2003. Foi nessa altura que achei que deveria dar o meu contributo ao Partido Socialista. Nesse ano, fui o Secretário-Coordenador da Secção de Espinho. Em 2006 assumi o cargo de Secretário Distrital onde já cumpro o terceiro mandato.
É uma experiência importante?
A responsabilidade de ser um dirigente distrital abriu-me outras perspectivas de análise política, nomeadamente a nacional. Sendo um regionalista convicto, penso que Portugal está a adiar em demasiado as reformas que estão previstas na Constituição desde de 76. De qualquer forma, toda esta experiência tem feito de mim uma melhor pessoa e tenho constatado as dificuldades nacionais, nomeadamente as referentes à Dívida Pública. Não é nada que seja algo de novo pois em 78 e 83 também passámos por grandes crises económicas. Mas penso que também vamos superar esta embora com medidas muito mais duras do que aquelas que se vão prevendo.

Passando para o concelho de Espinho, como analisa as duas últimas décadas?
Creio que foram feitas muitas coisas boas. Este preciso local onde nos encontramos (Bar Marbello no final da Avenida Maia/Brenha) é um bom exemplo de urbanidade. Recordo-me que aqui havia uma estrada e a praia. Hoje é um lugar aprazível onde podemos usufruir de qualidade de vida. Mas há muitos mais exemplos…
É capaz de os enumerar?
O FACE nasceu num local completamente abandonado e hoje é uma referência cultural. Foi um investimento muito bem feio e não há muitos equipamentos daquele cariz na área metropolitana. Foi pena que a sua construção tivesse demorado tanto mas isso também teve a ver com problemas burocráticos alheios ao executivo de José Mota. A Nave Desportiva foi feita na melhor altura. Actualmente, ou nos últimos cinco anos, é impossível construir algo com aquelas características.
Muitos apelidam essa estrutura de “elefante branco”…
É uma estrutura que, de facto, onera o erário público face à sua manutenção cara. Podia-se ter feito uma parceria com uma entidade privada que garantisse a cobertura dos custos. De qualquer forma, penso que a política do anterior executivo não seria onerar o cidadão comum enquanto utente.
O Multimeios foi um bom investimento?
 Creio que o Multimeios foi uma pedrada no charco em termos de equipamentos culturais e de conhecimento pois a astronomia assume um papel de relevo nacional e internacional muito grande. António Pedrosa é uma pessoa excelente para dirigir um departamento que dá muito a Espinho e a Portugal.
Mesmo assim, o executivo anterior tem sido alvo de bastantes críticas…
Posso dar-lhe o exemplo do Auditório. Não foi muito bem rentabilizado mas também não vejo que o seja com este executivo. Penso que as pessoas não deveriam falar mal por falar. É verdade que houve alguns erros mas também houve muitas coisas boas. A cidade evoluiu muito, nomeadamente em termos de equipamento. Penso que as críticas feitas na última década não fazem muito sentido.
Esses equipamentos não continuam a beneficiar o concelho?
Exactamente. Houve uma contradição muito grande logo no início do mandato do actual executivo. As mesmas pessoas com responsabilidades autárquicas que hoje criticam esses equipamentos, na altura enalteceram o que tinha sido feito. Isto não me parece sério. Sério seria ter alterado a sua orgânica e funcionamento e isso, até hoje, não se tem manifestado.
Não foi porquê?
Talvez por incapacidade de se pensar mais à frente. O actual executivo pensa que falar de uma forma má do anterior lhe trás dividendos políticos e eleitorais a curto prazo. A verdade é que se estão a adiar vários problemas e não se estão a tomar as medidas necessárias relativas aos equipamentos.
São, então, críticas fáceis?
O que lhe posso dizer é que todos somos críticos mas quando se critica e se é eleito executivo deve-se alterar aquilo que se criticou, nomeadamente ao nível das ideias inovadoras na rentabilização dos equipamentos.
Paulo Duarte

Texto de apoio (Tiago, coloca em relevo o mais que puderes)
As razões para o despesismo, segundo Luís Neto
Os dois pontos mais quentes da discussão política actual prendem-se com a política de animação do executivo PSD e com a nova Alameda 8.

A solução dada à Alameda 8 foi a melhor?
Perdeu-se a oportunidade de dinamizar todas uma cidade ao não se pôr em marcha o projecto delineado.
Está a falar do projecto inicial…
Estou a falar do único projecto elaborado e que ganhou o “Concurso de Ideias”. Aliás, o actual presidente da Câmara Municipal foi o mentor da proposta relativamente a esse concurso. O Júri elegeu o projecto do arquitecto Rui Lacerda como o melhor e não percebo porque é que o actual executivo não põe em marcha esse projecto.
E é um bom projecto?
É um projecto que tem a capacidade de dinamizar Espinho a muitos níveis. Ao nível da Animação pela construção de equipamentos vitais para a qualidade de vida das pessoas e pela requalificação dos edifícios que se degradam na zona envolvente e que serviriam de “charrua” a mais investimento privado.
Não foi uma boa solução, portanto…
O actual executivo não está a funcionar como uma alavanca para o progresso de Espinho, está, pelo contrário a retardar completamente o seu desenvolvimento. Isto porque não têm uma política pública que incentive o capital privado a investir, seja o que for, no concelho. Isto é, de facto, deprimente.
Concorda com a política de animação deste executivo?
Não discordo de políticas de animação pública. Agora, olhando um bocado para o país, vive-se em Espinho acima das possibilidades. Não percebo como é que tínhamos uma dívida de curto prazo no final de 2009 de 9,5 milhões de euros e em Setembro passámos para 15 milhões de euros. Hoje, já vamos em outro patamar. Gastar dinheiro desta forma, não pagar aos seus fornecedores a tempo e horas, piorando o rácio económico faz com que as coisas não sejam bem pensadas.
Porque é que acontece assim?
Porque há o objectivo único do próximo acto eleitoral em 2013. Se as pessoas que estão na Câmara Municipal fizessem o que deviam, hoje estaria em marcha uma obra de vulto que daria muitos frutos nos próximos dez anos. Estamos a atrasar a resolução dos problemas mais uma geração e, por isso, é esta a minha convicção pessoal da razão pelo qual este executivo é nocivo para o desenvolvimento de Espinho.
Paulo Duarte


Segundo texto
A Assembleia Municipal
“Os novos Centros Escolares ainda não estão candidatados. No último relatório operacional do QREN referente à região norte, não há novas candidaturas aos Centros Escolares, a não ser daqueles três que o anterior executivo PS tinha feito a candidatura até 2009.”
A Assembleia Municipal (AM) tem sido um órgão útil na discussão dos problemas de Espinho?
Em muito aspectos sim. É a primeira vez que sou vogal na AM e também vou evoluindo. É preciso estudar os dossiers, estar atento ao dia-a-dia da política e da forma como a Câmara Municipal é gerida. Por exemplo, o regimento prevê a constituição de uma Comissão de Orçamento e Finanças que é essencial para se fiscalizar o órgão executivo.
É um órgão fiscalizador?
Por vezes é preciso chamar a atenção de determinados aspectos e tomar deliberações. Há muitas questões de fundo mas tudo fica dificultado quando o executivo não nos dá os elementos que achamos pertinentes para que haja a devida discussão.
Está-se a referir às vintes questões colocadas e nunca respondidas?
Estou-me a referir às vinte questões, às deliberações e à não constituição da Comissão de Orçamento e Finanças e que foi uma proposta do PS. Quanto às vinte perguntas, estas são totalmente pertinentes quanto aos investimentos que foram prometidos e que ainda hoje estão em banho-maria.
Mas não é só por essa questão, de certeza…
Claro, porque achamos que o orçamento não é cumprido, o relatório de contas vai ser discutido agora e porque verificamos uma derrapagem orçamental muito grande nomeadamente nas dívidas a curto prazo. Por outro lado, as despesas correntes representam cerca de 70% do orçamento e apenas 30% para investimento. E, como se vai percebendo, nem esses 30% estão a ser cumpridos.
Há um ponto tem sido muito debatido e que tem a ver com a divulgação dos fornecedores…
Este executivo, quando iniciou o seu mandato garantiu que iria usar de transparência e que iria trabalhar com todas as forças políticas. O primeiro relatório da presidente da Câmara Municipal costumava ter a relação de todos os fornecedores a quem se devia e nunca isso aconteceu e isso nunca mais irá acontecer porque não é obrigatório por lei. No entanto, a decência democrática de quem exerce o poder deve facultar esses elementos sem que lho peçam. Penso que este executivo não quer ser fiscalizado e esconde demasiadas coisas. É que a Câmara Municipal não paga a 90 dias. Neste momento está a pagar quase a 9 meses. Por outro lado divulga informação de procedimentos que ainda não estão concretizados.
Como por exemplo?
Os novos Centros Escolares ainda não estão candidatados. No último relatório operacional do QREN referente à região norte, não há novas candidaturas aos Centros Escolares, a não ser daqueles três que o anterior executivo PS tinha feito a candidatura até 2009.
Mas os cinco Centros Escolares têm sido uma das bandeiras deste executivo. É grave se só há três candidatados?
É grave porque não se faz o trabalho todo como deveria ter sido feito. Veja, se o PS tivesse continuado a gerir a Câmara Municipal também iria fazer a candidatura desses dois Centros Escolares em falta mas segundo a realidade financeira da autarquia. Acho estranho quando o vice-presidente Vicente Pinto disse numa entrevista que não tinha os 11 milhões para construir os Centros escolares.
E não deve ter…
Os Centros Escolares não fecham nesse ponto. A Carta Educativa tem de ser cumprida e há que fazer a candidatura ao QREN. Nos actuais três Centros Escolares estamos a falar num total e 7 milhões de euros com 1,5 milhões da responsabilidade para o município. Por acho que há aqui demasiada tramitação de informação errada em relação ao que é a realidade. Acho estranho que na informação que o executivo faz passar para a comunicação social, a bota não bata com a perdigota.
Paulo Duarte


Fernando Madureira espera que documento seja aprovado “Verbas importantes para Anta”

O Protocolo da Delegação de Competências entre a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Anta já foi aprovado pelo executivo liderado por Napoleão Guerra e em breve será submetido à ratificação da Assembleia de Freguesia. Ainda sobre o episódio que ditou a devolução do documento às origens, o Jornal Espinho Alerta ouviu o vogal Fernando Madureira da Bancada PSD na Assembleia de Freguesia.
Qual o seu comentário sobre a resultado final da última Assembleia de Freguesia de Anta?
Em princípio foi uma Assembleia de Freguesia normal, bastante discutida e participada como. Aliás, como deve ser em democracia. Penso que é isto que se espera de uma Assembleia de Freguesia.
O protocolo da Delegação de Competências acabou por nem sequer chegar à votação…
Quanto a esse assunto, o que lhe posso adiantar é que o vogal José Luís Peralta levantou uma questão logo no início da Assembleia em relação a algumas situações que, no seu entender, estavam menos claras e correctas.
Concretamente, o quê?
Foram questões relacionadas com datas e aprovações. Logicamente, o José Luís Peralta, como vogal da Assembleia Municipal, tem acesso a dados que os outros vogais não têm. Como tal, a Bancada PSD entendeu que seria melhor que o documento fosse reanalisado sob pena de estarmos a aprovar algo menos correcto e a obrigar o executivo da Junta de Freguesia a aprovar um documento que não estivesse em conformidade.
Há ou não incoerências no documento?
Em relação a valores, como já lhe disse, não tenho acesso a dados. Apenas sei aquilo que o senhor presidente de Junta me faz chegar à mão e que é aquilo que foi aprovado em Assembleia Municipal em sede de orçamento municipal.
Como vogal, qual é a sua posição?
A Assembleia de Freguesia de Anta existe para defender o melhor para Anta e devemos ter em atenção à importância que este documento tem para a vila. Estamos a falar de transferência de verbas que representam uma fatia muito importante do orçamento da Junta de Freguesia para 2011. Não podemos por em causa e execução de um Plano de Actividades.
O documento deveria, ou não, ter sido aprovado previamente pelo executivo antes de ser apresentado à Assembleia?
Bom, o senhor presidente de Junta tem toda a autonomia para agir segundo aquilo que é o seu juízo. O que entendi foi que o executivo achou que deveria ser a Assembleia de Freguesia a decidir sobre o documento e não foi argumentar se isso está correcto ou não.
Paulo Duarte

Ofício 24 AFPCE 11/04/2011

O ponto mais relevante do Ofício 24 da AFPCE desta semana prende-se com a derrota por 3-0 da AD Lomba na partida que tinha disputado com a Aldeia Nova. Assim, a classificação geral da 2ª Divisão sofre uma alteração importante: a Aldeia Nova tem agora 32 pontos, a apenas 1 da AD GUetim que ocupa o último lugar que dá acesso à promoção. No entanto, a Aldeia NOva tem mais um jogo disputado. o Empate averbado em casa ante o GD Idanha no passado fim-de-semana fica, portanto, com sabor amargo.

O sorteio da Taça de Espinho terá lugar na próxima segunda-feira. 18/04/2011 pelas 19h na sede da AFPCE.

PD